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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

sábado, 12 de setembro de 2009

O amor que fica !


O amor que fica

Foi num hospital do câncer que a lição foi dada. A menina tinha 11 anos e lutava, desde os 9, contra a insidiosa doença.
Nunca fraquejou. Chorava, sim, mas não fraquejava. Tinha medo em seus olhos, mas entregava o braço à enfermeira e com uma lágrima, dizia:
Faça, tia, é preciso! E havia confiança e determinação no gesto e na fala.
Um dia, quando o médico a foi visitar no quarto do hospital, ela estava sozinha. Perguntou pela mãe. E ouviu a resposta que, diz ele, até hoje guarda, com profunda emoção:
Tio, às vezes minha mãe sai do quarto para chorar escondido nos corredores.
Quando eu morrer, acho que ela vai ficar com muita saudade de mim. Mas eu não tenho medo de morrer.
Eu não nasci para esta vida!
Pensando no que a morte representa para crianças que assistem seus heróis morrerem e ressuscitarem nos seriados e filmes, indagou o médico:
E o que a morte representa para você, minha querida?
Olha, tio, quando a gente é pequena, às vezes, vamos dormir na cama do nosso pai e, no outro dia, acordamos no nosso quarto, em nossa própria cama, não é?
É isso mesmo, concordou ele, lembrando o que fazia com suas filhas de 2 e 6 anos.
Vou explicar o que acontece, continuou ela. Quando dormimos, nosso pai vem e nos leva nos braços para o nosso quarto.
Eu não nasci para esta vida! Um dia eu vou dormir e o Meu Pai vem me buscar. Vou acordar na casa dEle, na minha vida verdadeira.
Que bela imagem! Que extraordinária lição desse Espírito encerrado num corpo tão jovem e sofrido.
O médico estava boquiaberto, não sabia o que dizer, ante tanta sabedoria.
Mas a menina não terminara ainda.
Minha mãe vai ficar com muitas saudades minhas, emendou ela.
Com um travo na garganta, contendo uma lágrima e um soluço, o médico perguntou:
E o que saudade significa para você, minha querida?
Não sabe não, tio? Saudade é o amor que fica.
* * *
A menina já se foi, há longos anos. Ainda hoje, quando o médico experimentado olha o céu e vê uma linda estrela, imagina ser ela, a sua pequena paciente, na sua nova e fulgurante casa. A casa do Pai.
* * *
Toda vez que a morte vier com seus braços frios e levar um dos nossos amores, pensemos que é o Pai que o envolve com ternura e o está levando para Sua casa.
O Pai que, com carinho, o vem buscar para estar com Ele, pois o ama muito.
E pensemos que logo mais poderemos ir também, pois todos os que nos encontramos na Terra seremos levados pelo Pai ao mundo espiritual.
Enquanto isso, cultivemos a doçura da saudade, em nosso coração.
A saudade... O amor dos nossos amores que ficou...

Redação do Momento Espírita, a partir de crônica que circula
pela internet, atribuída ao Dr. Rogério Brandão, médico
oncologista clínico de Recife, Pernambuco.
Em 03.09.2009.

sábado, 7 de junho de 2008



OS ANIMAIS, NOSSOS IRMÃOS


(texto do Momento Espírita impresso do site: momento.com.br)


Quando nascem, despertam a atenção e o carinho dos humanos. São engraçadinhos, frágeis, tão pequenos.

Cãezinhos de raças diversas são requisitados pelas crianças que desejam fazer deles seu brinquedo.

E assim, eles são levados para casa. Por vezes, adquiridos a alto preço, pelo pedigree, pela pureza da raça.

Enquanto pequenos, tudo é levado à conta de peraltices próprias de quem está descobrindo o mundo ao seu redor.

A criança o leva para todo lugar, e o cãozinho a segue, sempre fiel.

Não é raro que durmam juntos e, à mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa à boca.

Brincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.

A criança nem sempre é suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do cão, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.

O animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agressão, mesmo involuntária.

Pulam, saltam, correm um atrás do outro, enquanto as horas vão somando os dias...

Cresce o animal. Agora, já não é tão engraçadinho assim. Ele solta pêlo por todo lugar e, porque ninguém lhe ensinou o que ele podia e o que não podia fazer, é castigado porque arranhou o sofá da sala.

Porque mordeu o chinelo recém comprado.

Porque rasgou a bola, com os dentes.

E, até mesmo, porque as suas necessidades fisiológicas foram feitas em lugares inapropriados.

A criança também cresce. Os interesses mudam. E, um dia, o animal que vivia em uma família, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confiança doméstica, se vê colocado no quintal.

Mas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, ele é preso a uma coleira e uma corda.

Ao menos fosse em lugar confortável. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, à chuva, ao vento. Preso.

Suas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro chegando; a algazarra das crianças vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no chão, na mão, no muro...

Quando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que alguém se lembre dele, outra vez.

Finalmente, chega um dia em que ele é colocado no carro da família. Vai alegre.

A viagem é longa, por estradas que não acabam nunca. Então, o veículo estaciona.

Ele corre para fora, esperando que alguém o chame, que corra atrás dele.

Mas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.

Ele corre, tenta alcançar. Por que eles não param? Por que o esqueceram?

Indesejável, foi abandonado.

A partir daí, sua vida será um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, à cata de comida, água, um lugar para morar.

Cachorro sem dono.

Não chegue perto. Ele pode morder.

Não toque nele. Deve estar doente. Veja como está magro.

Cachorro de ninguém.

Seus dias acabarão logo mais, sob as rodas de um automóvel, ou por enfermidade ou tristeza.

* * *
Pensemos, olhando nossos animais de estimação, como os estamos tratando.

São seres vivos: têm fome, sede. Sentem cansaço, calor, frio. Sobretudo precisam de afeto, de atenção.

Os animais estão sob a guarda e proteção dos homens.

Assim dispôs a Lei Divina: que servissem ao homem e o homem, de sua vez, os protegesse e amparasse.

Não percamos de vista este dever para com nossos irmãos inferiores, os animais.

Redação do Momento Espírita.
Em 20.05.2008.


domingo, 11 de maio de 2008

Mamãe, porque te amo tanto?

MÃE!


Na data de hoje faço uma homenagem as mães representadas por Ana Carolina(a mãe de Isabella Nardoni) que neste momento foi o crime que mais chocou a todos nós. Mães essas que foram e são vítimas da violência familiar, violência urbana, violência na saúde pública, violência dos nossos governantes. Parabéns querida mãe seja você brasileira ou não, viva você em qualquer parte do mundo receba o meu abraço carinhoso e acredite:

O seu amor incondicional e a sua força é o que nos mantém vivo.

Feliz DIA DAS MÃES.


Mamãe, por que te amo tanto?
Todas as crianças, inevitavelmente, chegam naquela fase das famosas perguntas.

Perguntam sobre tudo. Querem saber sobre tudo, num afã natural e belo de se ver, na busca pelo conhecimento, por descobrir o mundo.

Do que são formadas as nuvens?

Por que aquele homem mora na rua?

Como o Papai do Céu pode vigiar todos ao mesmo tempo?

Como nasceu a primeira mãe de todas?

Porquês e mais porquês... Que acabam deixando os pais de cabelo em pé, em muitas ocasiões.

Uma dessas perguntas em especial, chamou-me a atenção, quando em contato com uma reportagem de certa revista especializada em educação infantil.

Mamãe, por que te amo tanto?

Há perguntas que nasceram para serem perguntas, e há respostas que não são palavras. – Afirma o autor da matéria.

Diz ele ainda que nesses casos a melhor resposta pode ser um beijo, um abraço forte, o toque, o silêncio...

Realmente, poderíamos pensar: Como explicar o amor? Como encontrar a razão na Terra onde reinam os sentimentos?

Sem a pretensão de explicá-lo, mas com a vontade de torná-lo mais admirável ainda, quem sabe poderíamos dizer a essa criança:

Você ama sua mãe, pois antes de lhe dar o abrigo desta casa feita de paredes, ela guardou você em um lar de beleza sem igual, aconchegante e cheio de paz.

Você ama sua mãe, pois possivelmente esta não é a primeira vez que você a vê. Seus corações amigos podem ter se encontrado muito tempo antes...

Você ama sua mãe, certamente porque junto do alimento do corpo, ela lhe concedeu sempre a nutrição da alma, com seu sorriso e um ‘Seja bem-vindo ao mundo, meu filho!’

Seu amor por sua mãe vem dos cuidados que ela tem pelas coisas mais simples da vida, como:

arrumar os bichinhos de pelúcia no quarto para lhe darem ‘bom dia’ pela manhã;
colocar o macaquinho ao seu lado, para que você o abrace à noite, e não se sinta só.
Conversar com você durante o banho, ensinando o nome de cada pedacinho de seu novo corpo, e enchendo-o de beijos amorosos.
Dançar com você pela sala, rodando, rodando, para ouvir suas gargalhadas deliciosas.
Ficar com você no colo, assistindo seu desenho preferido, até você pegar no sono, tranqüilo, seguro, aquecido.
Levar você para a cama dela, quando você se sente sozinho em seu quarto à noite, aconchegando-o bem perto de seu coração - lembrando dos tempos em que você estava ali, crescendo forte dentro dela.

Finalmente, poderíamos dizer que você ama sua mãe, porque ela ama você sem pedir nada em troca. O que um dia você entenderá como sendo o amor incondicional.
E ela será seu maior exemplo dele.


* * *

Um filho bem amado nunca esquecerá sua mãe.

Mesmo que ele enverede por caminhos tortuosos, que faça escolhas perigosas na vida, aquela candeia do carinho materno sempre estará lá.

Será aquela luzinha distante, no meio da escuridão dominante da ignorância - como um convite terno para trazê-lo para a senda iluminada novamente.

O amor materno será sempre seu laço seguro e certo com o amor de Deus.

Que o Criador Supremo do Universo abençoe todas as mães...



terça-feira, 29 de abril de 2008


A terapia do abraço


Precisamos 4 abraços por dia para poder funcionar!

Precisamos 12 abraços por dia para crescer!!!

Abraços fazem bem à saúde.
Ajudam o sistema imunitário, curam a depressão, reduzem o stress e melhoram o sono.

Revigoram, rejuvenescem e não tem efeitos secundários ou incomodativos.
Resumindo: abraços são um remédio milagroso.

Os abraços são cem por cento naturais, orgânicos, doces como uma gulodice, isentos de ingredientes artificiais, não poluentes, sem perigo para o ambiente e perfeitamente sãos.

Abraços podem perfeitamente oferecer-se como PRENDAS.
Em qualquer altura são agradáveis a dar e a receber, constituem uma prova de amizade ou de amor, não precisam de embalagem, e podem ser trocados a todo o momento.

É um produto virtualmente perfeito: não precisa de pilhas, não se depreciam em função da inflação, não fazem engordar, não necessitam nenhum pagamento mensal, não pagam taxa nem imposto, e não podem ser roubados.

Os abraços são uma fonte sub explorada de poderes mágicos. Quando abrimos o coração e os braços, incitamos os outros a fazer o mesmo.
Pense em todos aqueles e aquelas que estão a sua volta!
Tem alguma coisa para lhes dizer?
Tem alguns abraços para lhes dar?
Espera que lhe peçam?
Não espere! Faça o primeiro passo!!!

Quanto Custa um Milagre?

Tess era ainda muito jovem quando ouviu a mãe e o pai, falarem de alguma coisa que afectava o seu irmão, Andrew. Tudo que tinha compreendido é que ele estava muito doente e que a família não tinha mais um tostão. Iriam em breve mudar-se para uma pequena casa mais económica, pois não tinham dinheiro para pagar os medicamentos e a renda da casa onde habitavam. Só uma custosa cirurgia poderia neste momento salvar o irmão e não havia ninguém para emprestar o dinheiro necessário. Tinha ouvido o pai segredar à mãe com lágrimas nos olhos: “Só um milagre poderá salva-lo”. Tess foi para o seu quarto, retirou o mealheiro de um lugar secreto e contou toda a sua fortuna. Contou e recontou, até ter a certeza de que não se tinha enganado. Voltou a colocar tudo no mealheiro, saiu pela porta de trás e dirigiu-se à farmácia.

A farmácia tinha por cima da porta, um grande dístico vermelho com um Chefe Indiano desenhado. Tess entrou na farmácia e esperou pacientemente que o ocupado farmacêutico lhe prestasse atenção. Sem resultado, procurou fazer alguns barulhos discretos, mexeu os pés, tossiu; nada a fazer. Pegou então numa das suas moedas e bateu no balcão de vidro… funcionou. O farmacêutico veio até ela e perguntou-lhe: “O que quer o meu irmão de Chicago que já há tanto tempo não via”? “Venho falar-lhe acerca do meu irmão”, responde Tess no mesmo tom; “ele está muito, muito doente… e queria comprar um milagre.” “Queres comprar o quê?” “O meu irmão tem alguma coisa má a crescer no interior da cabeça e o meu pai diz que agora, já só um milagre pode salvá-lo… quanto custa um milagre?” “Nós aqui não vendemos milagres, pequena... tenho pena mas não posso ajudar-te” disse com voz mais meiga. “Oiça, eu tenho o dinheiro para pagar, se não chegar eu vou à procura do resto, diga-me só quanto custa?”

O irmão do farmacêutico era um homem grande e bem vestido. Aproximou-se dela e perguntou-lhe “ que género de milagre é que o teu irmão precisa?” “Não sei, só sei que ele está muito doente e a minha mamã diz que ele precisa duma operação. O meu papá não pode pagar, então quero utilizar o meu dinheiro.” “Quanto tens? “ Pergunta o homem de Chicago.”Um dólar e onze cêntimos” disse ela baixinho “é todo o dinheiro que tenho mas se for preciso poderei arranjar mais algum.” “Muito bem, mas que coincidência” sorriu o homem. “Um dólar e onze cêntimos, o preço exacto de um milagre para os pequenos irmãos de Chicago.” Aceitou o dinheiro com uma das mãos, pegou nas suas luvas com a outra e disse-lhe, “conduz-me até a tua casa. Quero ver o teu irmão e falar com os teus pais. Veremos se tenho o milagre de que precisas.
O homem bem vestido era o Dr. Carlton Armstrong, um cirurgião especialista em neurocirurgia. A cirurgia foi feita sem qualquer custo, e em breve, Andrew estava de volta a casa e bem de saúde.

Os seus pais falavam da série de acontecimentos que tinham permitido a recuperação do filho, “esta cirurgia” dizia a mãe, “foi um verdadeiro milagre.” “Pergunto-me quanto teria custado?” Tess sorriu. Ela sabia exactamente quanto o milagre tinha custado… um dólar e onze cêntimos… mais a fé de uma criança. Porque os milagres só acontecem, para aqueles que acreditam…

Leia mais: www.reiki.pt

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Sua voz interior

Saibam que vocês são filhos de Deus, e como tais, Deus fala com vocês por intermédio daquela tranquila voz no seu interior. Alguns de vocês identificam essa voz como pressentimento, um sentimento visceral, ou como seu espírito falando a vocês. O rótulo realmente não tem importância: o que é importante é que cada um de vocês é equipado com essa voz. Ela fala com vocês constantemente, então o que é preciso fazer para ouvi-la? Simplesmente escolham escutar. Aquietem sua mente, entrem no espaço de seus corações e escolham ouvir. As informações de que vocês necessitam serão proporcionadas nesses momentos.
O próximo passo seria vocês confiarem nas informações recebidas, a ponto de estarem dispostos a agir imediatamente dentro de sua vida. A orientação por vocês recebida será especificamente planejada pelo seu ser superior ou espírito. Assim, é impossível haver enganos, pois seu ser superior é a essência do que vocês são e os conhece muito melhor do que vocês mesmos.
Rememorem os tempos de suas vidas em que vocês se sentiram sós e incompreendidos, aqueles tempos em que tanto desejaram que alguém os amasse, nutrisse e entendesse do jeito que vocês eram? Lembram-se daqueles tempos solitários? Bem, caso vocês escolham praticar as informações acima, descobrirão dentro de si mesmos uma parte de vocês, comumente conhecida como seu ser superior, que proporciona todas aquelas qualidades e muito mais.
Durante esses períodos de suas vidas, dêem-se o tempo de qualidade para proporcionar a si mesmos a mágica que é a pura essência do que vocês são. Vocês descobrirão de maneira mágica que suas preces e desejos foram atendidos. Sua parte de responsabilidade nessa aventura é bater na porta de seu coração: a porta vai se abrir, pois esse é seu direito divino na qualidade de filhos de Deus. Peçam e lhes será dado, busquem e encontrarão, batam e a porta se abrirá. Lembrem-se, a escolha cabe a vocês, pois seu espirito amoroso permanece a postos, de boa vontade e capaz de responder aos desejos dos seus corações. Que as bençãos de Deus continuem a iluminar seu coração e seu caminho em amor.

domingo, 6 de abril de 2008

Algo para se pensar...


NOSSO MAIOR MEDO NÃO É O DE SERMOS INADEQUADOS. NOSSO MAIOR MEDO É O DE SERMOS PODEROSOS ALÉM DA MEDIDA. É NOSSA LUZ, NÃO NOSSA ESCURIDÃO, O QUE MAIS NOS APAVORA. PERGUNTAMOS A NÓS MESMOS: QUEM SOU EU PARA SER BRILHANTE, ESPLÊNDIDO, TALENTOSO E FABULOSO? NA VERDADE, PORQUE VOCE NÃO SERIA? VOCE É UM FILHO DE DEUS. BANCAR O PEQUENO NÃO SERVE AO MUNDO. NADA NOS ESCLARECE NO SENTIDO DE NOS DIMINUIRMOS,PARA QUE OUTRAS PESSOAS NÃO SE SINTAM INSEGURAS EM TORNO DE NÓS. NASCEMOS PARA TORNAR MANIFESTA A GLÓRIA DE DEUS QUE ESTÁ DENTRO DE NÓS. ELA NÃO ESTÁ EM ALGUNS DE NÓS; ESTÁ EM TODOS NÓS. E QUANDO DEIXAMOS NOSSA PRÓPRIA LUZ BRILHAR, INCONSCIENTEMENTE DAMOS A OUTRAS PESSOAS PERMISSÃO PARA FAZER O MESMO. QUANDO NOS LIBERTAMOS DE NOSSO PRÓPRIO MEDO, NOSSA PRESENÇA AUTOMÁTICAMENTE LIBERTA OUTROS. Nelson Mandela(discurso de posse de 1994)